Em memória de

Theodore Roosevelt

Quebrou os trusts e pôs 93 milhões de hectares sob proteção

Roosevelt foi uma criança doentia e asmática que construiu de propósito outro corpo, e a mesma teimosia marcou a sua política. Presidente a partir de 1901, virou o Estado contra as grandes concentrações que se tratavam como forças da natureza — o trust dos caminhos de ferro, a Standard Oil — e interveio numa greve do carvão do lado da arbitragem e não da tropa, o que nenhum presidente fizera. Impôs a inspeção federal de carnes e medicamentos depois de ler um romance sobre os matadouros de Chicago.

A sua obra mais duradoura foi pôr uns 93 milhões de hectares em mãos públicas: cinco parques nacionais, dezoito monumentos nacionais e as primeiras cinquenta e uma reservas de aves, várias criadas por decreto quando o Congresso se recusava a agir. Em 1912 levou um tiro no peito antes de um discurso; ao ver que a bala fora travada pelo manuscrito dobrado e por um estojo de óculos em aço, falou noventa minutos e só depois foi ao hospital. Morreu a dormir aos sessenta anos, na sua casa acima de Oyster Bay, e foi sepultado na encosta abaixo dela e não num panteão nacional.

Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.

Perto e relacionado

Nellie Bly

1864–1922

Fez-se internar num manicómio para contar por dentro

Cemitério de Woodlawn, Bronx, Nova Iorque

Duke Ellington

1899–1974

Compositor e maestro

Cemitério de Woodlawn, Bronx, Nova Iorque

Herman Melville

1819–1891

Autor de «Moby Dick»

Cemitério de Woodlawn, Bronx, Nova Iorque

Billie Holiday

1915–1959

Cantou Strange Fruit sabendo o que lhe custaria

Cemitério de São Raimundo, Bronx, Nova Iorque

← Todas as páginas