Em memória de

Gustave Eiffel

Engenheiro do ferro

Eiffel construiu pontes de caminho de ferro, a armação interior da Estátua da Liberdade e, para a exposição de 1889, uma torre de trezentos metros que trezentos artistas e escritores denunciaram publicamente como uma monstruosa chaminé negra. A licença dava-lhe vinte anos.

Salvou-se porque Eiffel pôs no topo uma antena de rádio e a tornou útil ao exército. Passou as últimas décadas no laboratório do cimo, a estudar o vento e o voo, e repousa sob uma pedra modesta a poucos quilómetros dali.

Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.

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