Em memória de
Chico Mendes
Seringueiro e defensor da Amazónia
- Nascimento
- Falecimento
- Viveu
- 44 anos
- Local de sepultura
- Cemitério municipal de Xapuri, Acre, Brasil
Mendes sangrava seringueiras no Acre e aprendeu a ler aos dezoito anos. Organizou os seringueiros para se colocarem desarmados diante das motosserras — o «empate» — e defendeu que a floresta valia mais de pé do que derrubada, para quem nela vivia.
Foi morto a tiro à porta das traseiras de sua casa seis dias depois de fazer quarenta e quatro anos, por um fazendeiro cujo desmatamento travara. As reservas extrativistas que propôs cobrem hoje dezenas de milhares de quilómetros quadrados.
Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.