Em memória de
Aristides de Sousa Mendes
Cônsul que desobedeceu e assinou vistos para milhares de pessoas
- Nascimento
- Falecimento
- Viveu
- 68 anos
- Local de sepultura
- Cemitério de Cabanas de Viriato, Carregal do Sal, Viseu, Portugal
Em junho de 1940, com o exército alemão a aproximar-se de Bordéus, o cônsul de Portugal recebeu ordem de não emitir vistos a refugiados, e muito menos a judeus. Ao fim de três dias fechado no quarto, saiu dizendo que daria visto a quem o pedisse. Durante uma semana, ele e os filhos assinaram sem parar, dia e noite.
Chamado de volta e destituído, foi impedido de exercer e morreu num hospital de caridade, com a família na miséria. Portugal pediu desculpa oficialmente em 1988. O número de pessoas que salvou costuma cifrar-se em milhares; a sua própria resposta foi que preferia estar com Deus contra os homens do que com os homens contra Deus.
Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.