Stonewall Uprising, 1969

Uma rusga policial de rotina que os clientes se recusaram a aceitar

Em 1969 era ilegal em Nova Iorque servir álcool a clientes homossexuais, dançar com alguém do mesmo sexo ou usar menos de três peças de roupa convencionalmente atribuídas ao próprio sexo, e as rusgas em bares gay eram rotina e quase nunca noticiadas. O Stonewall Inn, na Christopher Street, era um bar gerido pela máfia e sem licença, e um dos poucos sítios onde se admitiam drag queens, mulheres trans e jovens sem abrigo.

Quando a polícia entrou na madrugada de 28 de junho, a gente cá fora não se dispersou como era costume. Os relatos divergem sobre o que desencadeou tudo — uma mulher algemada a chamar os presentes, uma moeda atirada, um tijolo — mas a multidão enfrentou os agentes, que acabaram barricados dentro do próprio bar que iam revistar. Os distúrbios continuaram várias noites. Um ano depois realizaram-se as primeiras marchas do orgulho em Nova Iorque, Los Angeles e Chicago para assinalar o aniversário, e a data manteve-se desde então. O Stonewall Inn e o pequeno parque em frente foram declarados monumento nacional dos Estados Unidos em 2016.

Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.

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