Em memória de

Machado de Assis

Romancista, fundador da Academia Brasileira de Letras

Neto de escravos libertos, epilético e gago, Machado deixou cedo a escola e aprendeu sozinho francês, inglês e grego enquanto trabalhava como tipógrafo. Tornou-se o maior romancista que o Brasil produziu.

As «Memórias Póstumas de Brás Cubas», narradas por um defunto, saíram em 1881 e leem-se como se tivessem sido escritas um século depois. Fundou a Academia Brasileira de Letras e presidiu-lhe até morrer.

Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.

Perto e relacionado

Antônio Carlos Jobim

1927–1994

Compositor da bossa nova

Cemitério São João Batista, Botafogo, Rio de Janeiro

Clarice Lispector

1920–1977

Chegou ao Brasil bebé e refugiada; reescreveu o que podia ser um romance brasileiro

Cemitério Comunal Israelita, Caju, Rio de Janeiro

Alberto Santos-Dumont

1873–1932

Pioneiro da aviação

Cemitério São João Batista, Botafogo, Rio de Janeiro

← Todas as páginas