Em memória de
Elizabeth Garrett Anderson
Primeira médica britânica, admitida por uma brecha fechada logo atrás dela
- Nascimento
- Falecimento
- Viveu
- 81 anos
- Local de sepultura
- Adro da igreja de St Peter and St Paul, Aldeburgh, Suffolk, Reino Unido
Todas as faculdades de medicina britânicas a recusaram, por isso Garrett Anderson aceitou um lugar de enfermeira e assistiu às aulas dos estudantes até estes protestarem e a afastarem. Descobriu então que a Sociedade dos Boticários não tinha regra alguma que excluísse mulheres, estudou em privado com mestres que aceitaram o seu dinheiro, passou o exame em 1865 e obteve a licença para exercer. A Sociedade mudou as regras logo a seguir para que ninguém pudesse repeti-lo.
Abriu em Londres um dispensário para mulheres e crianças que se tornou hospital, aprendeu francês suficiente para obter em Paris um doutoramento que a Grã-Bretanha não reconhecia, e em 1876 uma lei permitiu por fim às instituições britânicas diplomar mulheres — mudança que ela passara uma década a tornar inevitável. Foi depois a primeira diretora de uma escola de medicina britânica e, retirada em Aldeburgh, a primeira presidente de câmara de Inglaterra. A irmã Millicent dirigiu a ala constitucionalista do sufragismo. Está sepultada no adro de Aldeburgh, junto ao mar a que voltara.
Esta página foi redigida pelo sítio a partir de fontes históricas públicas.